Paulo Henrique Amorim arrasa Daniel Dantas
José Rubens Machado de Campos, advogado de Paulo Henrique Amorim, autorizou divulgar o seguinte:

Conforme publicado no site do Tribunal de Justiça de São Paulo, a Juíza Tânia Mara Ahualli, da 41ª. Vara, deu a seguinte sentença:

Vistos. Cuida-se de Ação de Responsabilidade Civil por Dano Moral ajuizada por PAULO HENRIQUE DOS SANTOS AMORIM em face de NÉLIO ROBERTO SEIDL MACHADO, sustentando, em apertada síntese, que o réu, em matéria jornalística veiculada em site vastamente acessado por profissionais do meio jurídico e mesmo pelo público em geral, afastando-se do objeto da entrevista, aduziu que o autor, na condição de agente, percebia remuneração de políticos e empresários no exercício de sua atividade profissional. Ainda, alega que o réu, em sustentação oral perante o Plenário do E. Supremo Tribunal Federal, transmitida em rede nacional por emissora de televisão, afirmou que o autor desempenha suas atividades profissionais de forma ilícita, como “jornalista de aluguel”. Assim, entendendo que sua reputação profissional e pessoal foram lesadas, na medida em que as declarações proferidas pelo réu comprometeram sua independência funcional, além de acusá-lo de desinformação, requereu a condenação deste ao pagamento de indenização por danos morais, em montante a ser arbitrado pelo juízo. Instruiu a inicial (fls. 03/14) com procuração e documentos (fls. 15/125). Regularmente citado (fls. 128), apresentou o réu contestação (fls. 129-B/141), sustentando que não há dano moral a ser indenizado.
Postado em 02 Dec 2009 por Sentinelas da Liberdade

Na verdade Haf



Por Lúcia Correia Lima*

Meu amigo-irmão Luis Guilherme Tavares,

Só hoje, neste domingo de sol, a poucos passos do sótão da Ladeira do Paço, onde Haf e eu vivemos tão profundamente felizes, consigo ler todo seu trabalho, amigo. Lembro das palavras recentes de Rico, filho de Narciso Kalili, me contando ao saber de seu livro. Rico que foi preso na ditadura e somente por um pouco de maconha foi jogado no meio de altos bandidos, até Narciso chegar com Haf. Rico é filho de todos nós e hoje ao saber do seu livro, perguntou: “Como, em Sampa, nada assim foi feito ainda?"
Postado em 02 Dec 2009 por Sentinelas da Liberdade

Francisco Karam fala sobre ética jornalística



Sentinelas – Antonio Nelson, Luiz Humbert e Maísa Amaral *

O jornalista e professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Dr. Francisco José Castilhos Karam, falou com exclusividade sobre a Ética Jornalística Brasileira e os veículos de comunicação digital, para o Sentinelas da Liberdade. Confira a entrevista:

Sentinelas - Sob o olhar da ética até que ponto o jornalismo contribui para a memória social?

Francisco Karam – Se ele cumprir os determinados princípios dos quais ele se avora, como o da transparência ao ambiente público, aos poderes e aos diversos campos do saber, ele contribui de forma continuada para o registro do presente, logo tem algum grau de contribuição para a memória social. Tanto que a própria história, seguidamente, pesquisa nos arquivos jornalísticos para suas críticas em relação a eventuais eventos, mas também acaba validando o jornalismo como uma referência para a memória do presente. Por isso que o jornalismo tem tanto compromisso com a diversidade, com os diferentes atores. Ele pode contribuir para memória, mas depende se ele é bem feito e se cumpri o ideal da igualdade.
Postado em 28 Nov 2009 por Sentinelas da Liberdade

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