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Águas de abril
Teleanálise
Sentinela - Malu Fontes* As águas de março são tão habituais no fechamento do verão carioca que fizeram Tom Jobim homenageá-las em uma das canções mais belas da música brasileira. Este ano, no entanto, chegaram em abril e inscreveram sobre a cidade e seu entorno metropolitano rastros de uma tragédia cuja dimensão não encontra semelhança no passado recente. As emissoras de TV exibem, desde terça-feira, imagens dos deslizamentos, desabamentos, alagamentos, inundações, mortes e desespero. Ao mesmo tempo, contextualizando-as, re-exibe cenas de tragédias passadas, de décadas passadas, até. Postado em 11 Apr 2010 por Sentinelas da Liberdade
Violência aumenta na Bahia e diminui no Rio e São Paulo
![]() Saiu no site: Paulo Souto “Enquanto os principais estados do País conseguem diminuir seus índices de violência, a Bahia está na contramão. A crescente taxa de homicídios baiana já é três vezes maior do que a de São Paulo. Sem falar que o número de assassinatos em território baiano é superior ao paulista”, denunciou o presidente estadual do Democratas, o ex-governador Paulo Souto, em entrevista ao programa Ronda na Cidade, na Rádio Cultura da Bahia, nesta terça-feira (06/03). Com base em dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Souto destacou o crescimento do número de assassinatos no estado. “Nos últimos três anos, 13 mil pessoas foram vítimas de mortes violentas na Bahia. Só, em 2009, ocorreram 4.769 homicídios no território baiano, enquanto, em São Paulo, que tem uma população muito superior, houve 4.557 assassinatos”. Postado em 09 Apr 2010 por Sentinelas da Liberdade
Dia do jornalista
Sentinela - Luis Guilherme Pontes Tavares* Jorge Calmon (1915-2006), que trabalhou em A Tarde, de Salvador, por mais de 60 anos, foi lembrado neste Dia do Jornalista (07 de abril) durante a solenidade ocorrida no belo salão da bicentenária Associação Comercial da Bahia. Essa instituição, em conjunto com a Associação Bahiana de Imprensa – ABI – e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia – Sinjorba –, reuniu convidados para café da manhã em que houve pronunciamentos sobre a urgência do restabelecimento da obrigatoriedade do diploma de graduação em Jornalista para o exercício da profissão. O jornalista Francisco Viana, um dos palestrantes, lembrou que Jorge Calmon estabelecera, quando diretor da redação de A Tarde, que só poderia ser admitido no quadro de jornalista da empresa quem portasse o diploma de nível superior na área. O jornalista Samuel Celestino lembrou sua convivência com o ex-diretor redator-chefe de A Tarde e as lições que dele recebeu para conduzir-se na profissão e liderar a Associação Bahiana de Imprensa. Jorge Calmon defendia a obrigatoriedade do diploma e firmou esse compromisso em textos e pronunciamentos ao longo de meio século. Ele integrou o grupo que organizou no final da década de 1950 o primeiro curso universitário instalado em Salvador. Postado em 07 Apr 2010 por Sentinelas da Liberdade
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