Em cada diferenciado vive um Boris



TELEANÁLISE


Sentinela - Malu Fontes*


A crônica da vida pública brasileira ensina todos os dias aos cidadãos que se um fato não foi veiculado na TV, na verdade é como se não tivesse acontecido, exceto para as poucas pessoas a quem o mesmo se refere diretamente. Exemplos de episódios recentes no País provam o quanto aquilo que é e aquilo que deixa de ser capturado por uma câmera de TV adquire e perde, respectivamente, toda a dimensão. No final do ano, a sociedade brasileira lambeu os lábios de contentamento com a oportunidade que teve de julgar e condenar moralmente e no grau máximo o jornalista e apresentador Boris Casoy, por seus comentários elitistas, emitidos nacionalmente por descuido, após a apresentação de uma matéria em que garis, entrevistados durante sua jornada de trabalho, desejavam feliz ano novo aos telespectadores.
Postado em 21 Feb 2010 por Sentinelas da Liberdade

Perfeição! quarta-feira de cinzas

Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta

De hospitais...

Renato Russo.


Postado em 17 Feb 2010 por Sentinelas da Liberdade

Por que o Ilê Aiyê prestou homenagem a Pernambuco?

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"Pernambuco merece homenagem. Possui razoável contingente negro e aplica políticas públicas mais democráticas a favor dos Afrodescendentes e manifestações culturais".

Vovô do Ilê Aiyê.

“Se você bota corda não socializa”.


Jorge Arruda, 44 anos, mestre em Ciências da Educação pela Universidade de Nantes, Paris.




“Nenhum show é pago. Isso foi uma atitude revolucionária”.

Silvério Pessoa - cantor e compositor.



Sentinelas - Maísa Amaral e Antonio Nelson*



De acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2008, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 27,02 % da população da região metropolitana de Salvador declara-se negra. No Recife, 7,49% considera-se negra.


Pernambuco uma Nação Africana – O Bloco afro-baiano Ilê Aiyê prestou homenagem à nação africana do estado de Pernambuco, no carnaval de 2010, na capital baiana. O Ilê é considerado símbolo contra o racismo e luta a favor das conquistas dos direitos do cidadão negro na Bahia. Para intermediar o diálogo com Pernambuco, o presidente e fundador do Ilê, Vovô, 74 anos, convidou Jorge Arruda, 44 anos, mestre em Ciências da Educação,pela Universidade de Nantes, Paris, e professor da Universidade Católica de Pernambuco sobre os estudos afro-brasileiros, Filosofia e Teologia das matrizes indígenas africanas. Em novembro de 2009, Arruda veio a Salvador em nome do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial (FIPIR), do Estado de Pernambuco, para participar do seminário Experiências Ibero-Americanas de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Étnico-Racial com Perspectiva de Gênero, em Salvador de 15 a 17 de novembro de 2009. Em entrevista exclusiva ao Sentinelas da Liberdade, Arruda confessou que conciliou a participação no seminário com a troca de experiências com Vovô do Ilê.

Postado em 16 Feb 2010 por Sentinelas da Liberdade

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